quarta-feira, 13 de julho de 2011

Enfim, iguais

O começo e o fim são iguais para todos.
Depois do nascimento, o único ponto de igualdade pelo qual podemos esperar é a morte. Todos, independentemente de classe, credo ou raça, passarão por essa experiência mais cedo ou mais tarde. Quando chega, é o momento em que todos se igualam pela justiça do término, a justiça do fim. O interlúdio pode ter sido diferente, mas o prelúdio e o poslúdio sempre serão iguais. Choro e dor para começar, choro e dor para terminar. Choro e dor no meio, mas com a opção de sorrir, apesar dos pesares.

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