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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Escolhas

Escolher faz parte da rotina de vida de todo ser vivente. Algumas escolhas são conscientes e voluntárias e outras não.
O tipo que depende de nossa decisão pessoal é bastante difícil pois sempre irá existir uma opção que não foi a escolhida e sempre haverá o questionamento a posteriori se a decisão descartada não teria sido a melhor. Algumas vezes poderia ter sido sim, mas talvez não.
Escolher viver em paz com as escolhas pessoais é uma outra decisão que implica em renúncias e em alguns conformismos. Ética e moral ajudam e atrapalham mas, ao fim e ao cabo, essa é uma escolha que se pode ter e assim aceitar-se e relacionar-se bem consigo e com o entorno.Talvez ... essa devesse ser a decisão soberana de cada um, ou, caetaneando um pouco, não ...

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Aceitando as rotinas


Por muito tempo, fiz parte do grupo que se dizia avesso às rotinas. Mas o tempo passa, as experiências se acumulam e ajudam a renovar as percepções e a desconstruir conceitos.
Tenho aprendido que o estabelecimento de rotinas, ou seja, atividades que se repetem em determinado espaço de tempo, é um requisito importante para a manutenção do equilíbrio pessoal e para o atingimento de objetivos.
As rotinas não são prisões mas sim um jeito organizado de se viver.
Existem prisões pessoais que fazem das rotinas uma bitola estreita da qual não se pode desviar jamais. Podem ser uma situação patológica e aí é preciso identificar, analisar e tratar cada caso com o devido cuidado, seja ele farmacológico, seja ele psicoterapêutico.
Quando o plano de fundo não é patológico, existe a liberdade de se escolher por outros caminhos e de se viver com a responsabilidade das consequências das escolhas.
Que a Graça da lucidez possa estar presente para se entender que mudanças podem acontecer dentro das rotinas e que as rotinas também podem ser mudadas sempre que novos caminhos precisarem ser trilhados.